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Fim da escala 6×1: ‘Empresários causam pânico para continuar sugando trabalhador’, diz fundador do movimento

Fim da escala 6x1: 'Empresários causam pânico para continuar sugando trabalhador', diz fundador do movimento

Legenda da foto, Rick Azevedo (PSOL) diz que fim da escala 6×1 deve ser votado no Congresso ainda no 1º semestre: ‘Eles são lobistas, são escravocratas, mas precisam do voto do povo’

  • Tempo de leitura: 17 min

Quando o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse na segunda-feira (2/2) que o fim da escala 6×1 — aquela em que o funcionário trabalha seis dias na semana e tem apenas um dia de descanso — será uma das prioridades do ano legislativo de 2026, a equipe do gabinete 805 da Câmara dos Vereadores do Rio de janeiro vibrou.

Entre divisórias plásticas brancas típicas de repartição pública e cartazes motivacionais com dizeres como “disciplina” e “foco”, é ali que dá expediente Rick Azevedo, ex-balconista de farmácia que viralizou no TikTok desabafando sobre sua rotina de trabalho, com só um dia de folga por semana.

Aos 32 anos e nascido em Dianópolis, no Tocantins, ele não esconde o entusiasmo com a possibilidade de ver em breve se tornar realidade o que ele classifica, sem modéstia, como “a proposta trabalhista mais importante deste século”.

“Tenho certeza que vai ser aprovado agora nesse primeiro semestre de 2026”, disse Azevedo, em entrevista à BBC News Brasil, concedida no dia seguinte à fala de Hugo Motta na cerimônia de abertura do ano legislativo em Brasília.

Caio Rocha

Sou Caio Rocha, redator especializado em Tecnologia da Informação, com formação em Ciência da Computação. Escrevo sobre inovação, segurança digital, software e tendências do setor. Minha missão é traduzir o universo tech em uma linguagem acessível, ajudando pessoas e empresas a entenderem e aproveitarem o poder da tecnologia no dia a dia.

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